segunda-feira, 9 de abril de 2012

DINAH WASHINGTON

Unforgettable (1959)



Dinah Washington, pseudônimo de Ruth Lee Jones (Tuscaloosa, Alabama, EUA, 29 de agosto de 1924 - 14 de dezembro de 1963), americana, cantora de jazz, blues e gospell.
De família de baixa renda, mudou-se para Chicago aos quatro anos. Teve uma infância solitária, já que seu pai, um apreciador de cassinos, raramente estava em casa, e sua mãe passava os dias na rua atrás do dinheiro para sustentar Dinah, suas irmãs e pagar as freqüentes dívidas do marido.
Sozinhas em casa, as meninas começaram a se refugiar na igreja, onde passavam as tardes. Dinah tocava piano, assim como sua mãe, e todas cantavam no coral.
Antes da adolescência, Dinah começou a fazer sucesso nas redondezas do bairro onde vivia, e logo tocava piano e cantava gospel por toda Chicago, até vencer um concurso de calouros cantando blues. O concurso lhe rendeu um convite para participar do conjunto vocal Sarah Martin Singers, pouco antes de completar doze anos. Aos quinze anos, diante das proibições de sua mãe, começou a fugir pela janela de seu quarto para cantar à noite em bares e clubes, onde também começou desenvolver seu gosto pela bebida.
Apesar da pouca idade, seu fantástico senso de fraseado, tonalidade e ataque fizeram com que o bandleader Lionel Hampton a contratasse imediatamente quando a viu cantar no ano de 1943. Foi nessa época que mudou seu nome de Ruth Lee Jones (nomes comuns nos EUA) para o mais pomposo Dinah Washington. Depois do debut com o bandleader, Dinah Washington conquistou prestígio pleno, gravando, apresentando-se e vendendo muito até sua morte. Passou três anos junto a banda de Hampton.
Gravou diversos estilos de música, um de seus grandes sucessos foi a canção do astro country Hank Williams Senior “Cold Cold Heart”, apenas não gostando de gravar gospel, pois dizia que não gostava de misturar assuntos espirituais com profanos.
Apesar de seus discos lhe renderem bastante dinheiro, possuía um estilo de vida bastante dispendioso, comprando jóias e carros, além de querer dar para a filha uma infância de luxo, diferente da sua.
Morreu aos 39 anos de idade após ingerir inibidores de apetite com bebida alcoólica.
 Para mais informações, por favor visite All Music Guide

Unforgettable

01. This Bitter Earth (Clyde Otis) • 2:26
02. I Understand (Mabel Wayne/Kim Gannon) • 2:35
03. This Love Of Mine (Frank Sinatra/Sol Parker/Henry W. Sanicola) • 2:35
04. Alone (Nacio Herb Brown/Arthur Freed) • 2:20
05. Somewhere Along The Line (Dinah Washington/Walter Merrick) • 2:37
06. The Song Is Ended (But The Melody Lingers On) (Irving Berlin) • 2:50
07. Everybody Loves Somebody (Ken Lane/Irving Taylor) • 2:25
08. Ask A Woman Who Knows (Dinah Washington/Vic Abrams/Hill) • 2:38
09. A Man Only Does (What A Woman Makes Him Do) (Clyde Otis/Kelly Owens) • 2:23
10. A Bad Case Of The Blues (Clyde Otis) • 2:35
11. When I Fall In Love (Edward Heyman/Victor Young) • 2:31
12. Unforgettable ( Irving Gordon) • 2:41

domingo, 25 de março de 2012

TOMMY DORSEY

All Time Hits (1951)


Thomas Francis "Tommy" Dorsey (Shenandoah, 19 de novembro de 1905 – 26 de novembro de 1956) foi um trombonista, trompetista, compositor e maestro estadunidense. Embora esteja em segundo lugar, em qualquer momento dado, em relação a Benny Goodman, Artie Shaw, Glenn Miller ou Harry James, Tommy Dorsey foi, em geral, o maestro estadunidense mais popular da era do suingue, que durou de 1935 a 1945. Apelidado de “o cavalheiro sentimental do suingue”, ele combinava com êxito os diferentes aspectos do suingue. Sua maneira notavelmente melódica de tocar trombone era o som de assinatura de sua orquestra, mas ele mesclava com sucesso os estilos diferentes de suingue com um misto de baladas e canções novas. Sua banda foi formada por grandes músicos do jazz (incluindo Bunny Berigan, Ziggy Elman, Pee Wee Erwin, Max Kaminsky, Buddy Rich, Charlie Shavers e Dave Tough), arranjadores (incluindo Sy Oliver e Paul Weston) e cantores (incluindo Frank Sinatra e Jo Stafford), a qual viria a definir a música popular estadunidense no fim dos anos 1940 e início dos anos 1950. Ele foi o artista mais vendido da história da RCA Victor Records, uma das maiores gravadoras do mundo, até a chegada de Elvis Presley, o qual se apresentou nacionalmente pela primeira vez no programa de televisão que Dorsey apresentava com seu irmão Jimmy Dorsey.

Tommy Dorsey All Time Hits

01. Boogie Woogie (Pinetop Smith) • 3:09
02. Somewhere A Voice Is Calling (Arthur F. Tate/Eileen Newton) - com Frank Sinatra • 3:08
03. Embraceable You (George Gershwin/Ira Gershwin) - com Jo Stafford & Pied Pipers • 2:53
04. Chicago (Fred Fisher) com Sy Oliver & Sentimentalists • 2:51
05. Opus Nº 1 (Sy Oliver) • 2:56
06. After You've Gone (Henry Creamer/Turner Layton) • 2:57
07. Hawaiian War Chant (Ta-Hu-Wa-Hu-Wai) (Johnny Noble/Leleiohaku) • 3:11
08. On The Sunny Side Of The Street (Dorothy Fields/James McHugh) • 3:12


INTRODUÇÃO

Desde que me conheço, sempre estive, de uma maneira ou de outra, perto da  música.  Basicamente, não sei viver sem música em volta de mim.  Mas ao contrário do que possa parecer, não entendo nada da arte musical.  Apenas sei do que gosto e do que não gosto.  Na verdade, é muito mais fácil falar do que não gosto musicalmente do que o contrário.
O que sempre me fascinou em relação à música, é a engenharia do registro dos sons que há por trás de cada disco, fita, CD...  Disso, eu acho que entendo um pouco.
O que quero dizer com tudo isso, é que pretendo, na medida do possível, postar neste blog, músicas, de discos ou fitas, que contenham melodias que me agradam (o que é um leque extremamente abrangente), porém sem compromisso com estilos, rítimos ou origens.
Dito isso, espero que vocês apreciem minhas escolhas, e que estas tragam tão bons momentos a vocês como trazem a mim.